Arquivo da categoria: Cinema

Erros de filmagem em Harry Potter

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Mundo Drogado
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Divulgada imagem de nova adaptação da “Branca de Neve e os Sete Anões”

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A produtora Relativity Media divulgou para a imprensa a primeira imagem de  Lily Collins (“Padre”) como Branca de Neve, na sua adaptação, ainda sem nome, do conto infantil.

Atualmente o filme também conta com a presença de Sean Bean (“Game of Thrones”) como o Rei, Julia Roberts (“Duplicidade”) interpretando a Rainha Má e Armie Hammer (“A Rede Social”) no papel do Príncipe Encantado, entre outros.
A direção será de Tarsem Singh (“A Cela”) e o longa chega aos cinemas em 16 de março de 2012.
Na Telinha

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Beto Marden grava com Tom Felton para o Domingo Legal!

Na última semana, o apresentador Beto Marden passou três dias com o ator Tom Felton, que vive o vilão Draco Malfoy em “Harry Potter”. Felton esteve no Rio de Janeiro para promover o lançamento do último filme da saga, “Harry Potter e As Relíquias da Morte – Parte 2″.

Beto Marden entrevistou o ator para o programa “Domingo Legal”, do SBT.

Na quinta-feira (14), aconteceu a première do filme, no Morro da Urca. Marden entrevistou Tom Felton com exclusividade em sua chegadao, durante o percurso de bondinho.

Já no segundo dia, o apresentador gravou um bate papo com o ator no hotel Copacabana Palace. Ele ainda presenteou o intérprete de Draco Malfoy com um pandeiro, instrumento de percussão tipicamente brasileiro.

Já no sábado (16), à convite da produção do “Domingo Legal” em parceria com a produtora Warner Bros, Beto Marden e Tom Felton passearam pelo Morro Dona Marta, onde puderam ter uma vista privilegiada do Rio.

O ator veio ao Brasil acompanhado de sua namorada Jade Olivia e de seu empresário pessoal.

Essa não é a primeira vez que Beto Marden faz uma matéria sobre o “Harry Potter”. Em 2009, o apresentador esteve em Leavesden, na Inglaterra, onde gravou entrevistas com todo o elenco para o “SBT Repórter’.

Desta vez, a reportagem com Tom Felton vai ao ar no “Domingo Legal” da próxima semana (24/07).

Na Telinha

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Em Cartaz: Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II

Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II

Aventura – 12 anos – EUA

A batalha entre o bem e o mal no mundo da magia se torna uma guerra entre centenas de bruxos. Os riscos nunca estiveram tão altos e nenhum lugar é seguro o suficiente. Com isso, Harry Potter precisa se apresentar para fazer o seu último sacrifício, enquanto o confronto final com Lorde Voldemort se aproxima.

 * Para disponibilidade e horários, consultar o cinema de sua cidade

Na Telinha

 

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Warner Brothers divulga o emocionante vídeo com a despedida dos atores de Harry Potter

Vilão de “Harry Potter” Tom Felton, diz que faltou tempo pra ser criança

A adoração dos fãs da série Harry Potter se estende ao intéprete do vilão Draco Malfoy. Tom Felton veio ao Brasil para divulgar o último filme da saga

Com um sorriso simpático e um pedido de desculpas por não falar português, o ator Tom Felton quebra instantamenamente a imagem antipática de seu personagem, o vilão Draco Malfoy, cultivada ao longo dos últimos 10 anos, nos oito filmes da série Harry Potter.Com a estreia do último longa da saga, nesta sexta-feira, ele se despede do personagem que o fez conviver com a fama desde muito cedo.

Felton apareceu descontraído na entrevista que concedeu no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Vestido de jeans e camisa, com um penteado que em nada lembra o milimetricamente produzido cabelo de Malfoy, o ator, de 23 anos, revelou que a parte mais difícil de ficar uma década totalmente imerso no projeto foi a falta de tempo para ser criança. “O maior desafio para mim foi crescer, ou tentar me tornar um adulto correto. Tive pouco contato com os amigos, com o pessoal do colégio. E me sinto mal por não ter podido dedicar mais tempo a isso”, disse.

O que faltou em convivência escolar, sobrou em relacionamentos no set. Para Felton, foi divertido fazer Malfoy. Mas, mesmo absorvido pela rotina das gravações, ele não vivia em função do personagem. “Aos 11 anos, era bem divertido interpretá-lo. E nós só incorporávamos os personagens durante 1% do dia. Durante o resto do tempo, éramos apenas Tom, Daniel (Radcliff), Rupert (Grint) e Emma (Watson)”.

Na entrevista, Felton falou no orgulho de ter dado vida ao jovem vilão da história de J.K. Rowling. E afirmou que não teme tornar-se conhecido apenas por ele. “Quero sempre ser lembrado por esse papel.”

Revista Veja

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Em menos de 4 dias, “Relíquias da Morte – Parte 2″ já entra para as 100 Maiores Bilheterias e quebra 12 recordes

Como era esperado, o último filme da série Harry Potter estreou com liderança de público qm todos os cinemas em que está sendo exibido, tendo lucros incríveis e batendo diversos recordes, o que torna, dentre outros motivos, um dos maiores longa-metragens da história.

Hoje os números do fim de semana de estreia foram atualizados, e “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2″ teve uma bilheteria astronômica. Em três dias de exibição, o filme arrecadou US$ 481 milhões de dólares (mais precisamente, US$ 481.489.427), sendo US$ 169.189.427 somente nos Estados Unidos e Canadá (35% do total).

Com essa bilheteria incrível, “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2″, já o 95º filme de maior bilheteria na história, conseguiu bater 12 recordesMaior Fim de Semana de Estreia da História,Melhor Fim de Semana de Estreia nos Estados Unidos e CanadáMelhor Fim de Semana de Estreia no Resto do MundoMaior Estreia no Verão (EUA)Maior Estreia de Julho e Maior Estreia Sob Classificação PG-13.

Ainda tem os recordes de arrecadação diária: Maior Bilheteria em um Único DiaMaior Bilheteria no Dia de Estreia e Maior Bilheteria numa Sexta-FeiraMaior Bilheteria em 3 DiasBilheteria que Mais Rápido Chegou aos US$ 100 mi e Bilheteria que Mais Rápido Chegou aos US$ 150 mitambém foram batidos por “Relíquias da Morte – Parte 2″.

Com tudo isso, Harry Potter se consolida como a Maior Série da História do Cinema Mundial com aproximadamente 7 bilhões de dólares de bilheteria.

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Em 8 dias, “Cilada.com” foi visto por 1 milhão de pessoas!

Bruno Mazzeo em "Cilada.com"

 

O longa brasileiro “Cilada.com”, dirigido por José Alvarenga Jr. (“Divã”, “Os Normais”), bateu a marca de 1 milhão de espectadores no último sábado. Os dados são da distribuidora do filme e foram divulgados hoje.
A comédia é estrelada por Bruno Mazzeo e conta a história de um homem que tenta refazer sua reputação após uma ex-namorada colocar um vídeo na internet expondo a intimidade do casal.
No primeiro final de semana após a estreia do filme, no último dia 8, o filme já havia sido visto por 440.978 pessoas, a melhor abertura de filme nacional de 2011, superando “Bruna Surfistinha”, que tinha tido 400.412 espectadores.
“Cilada.com” é a adaptação cinematográfica da série “Cilada”, criada por Mazzeo há seis anos para o canal Multishow.
 
Fonte: UHTV
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Ator de Harry Potter promove último filme da saga no Rio

O sombrio Draco Malfoy, quem diria, sonhava conhecer o Rio. Foi Tom Felton quem sugeriu a inclusão da cidade no roteiro mundial de promoção da série Harry Potter, o próprio propagandeia. “Falei anos atrás: mandem alguém ao Brasil, mesmo que não seja eu! Agora tenho três dias no Rio, quero ir à praia, andar na rua, e não posso. Vou voltar como turista”, ele brincava na sexta-feira ensolarada que sucedeu à histérica pré-estreia carioca de “Harry Potter e As Relíquias da Morte – Parte 2” no Morro da Urca, para 500 fãs famintos por autógrafos e fotos.

Parte deles não se contentou e deu plantão na porta do Hotel Copacabana Palace, onde o ator britânico se hospedou com a namorada, para tentar vê-lo de novo. Bem acostumado aos efeitos inebriantes da pottermania, ele foi gentil e desceu até um grupo de meninas envoltas em suas capas para mais cliques. No Twitter, agradeceu a recepção calorosa. Comeu em churrascaria, pisou descalço as areias de Copacabana e viu o Rio de cima do Mirante Dona Marta.

Aos jornalistas, também foi só sorrisos. Seja sobre o aspecto bittersweet (amargo/doce) do fim da saga ou sobre os eventuais problemas que a fama pode ter causado – no caso do protagonista, Daniel Radcliffe, o confessado abuso de álcool, o qual Felton naturalmente prefere não comentar -, não há pergunta que não tenha sido feita. Mas o jovem londrino (faz 24 anos em setembro) não se mostra enfadado. Parece, de fato, feliz com esse fecho com chave de ouro de uma década ainda mais dourada.

“As pessoas estavam esperando por esse último filme há anos, e a gente também estava ansioso para vê-lo e promovê-lo pelo mundo. Não imagino que alguém vá ficar decepcionado. Os fãs são tão loucos que já ouvi que em algumas sessões não dá para ouvir o que se passa na tela, de tanta gritaria”, contou Felton, menos louro e pálido do que se vê no cinema.

A alegria vem da sensação de liberdade. Livrou-se não só da tintura exagerada e da proibição de pegar sol, mas também da rotina fatigante que leva desde os 14 anos (é ligeiramente mais velho do que os três atores principais). Há pouco mais de um ano, implodida Hogwarts, ele fez três filmes, todos com lançamento esse ano ainda. O primeiro é “O Planeta dos Macacos: A Origem”, com direção de Rupert Wyatt, que estreia em agosto. Depois virão duas produções menores, “Grace and Danger”, de Rhys Hayward, e “The Apparition”, de Todd Lincoln.

“Antes, era difícil fazer outros filmes, por causa da falta de tempo e também pelo cabelo. É muito bom não ter que se preocupar com a tintura! Assim que terminaram as filmagens, eu pintei de castanho. Mas não adiantou muito, porque o louro fica voltando…”, mostra a cabeleira sobre a testa avantajada.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Novo “Harry Potter” tem o maior fim de semana de estreia da história

O filme “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2″ bateu recorde de melhor estreia da história do cinema neste fim de semana após arrecadar US$ 475,6 milhões nas bilheterias do mundo todo.

Somente na América do Norte, o filme já arrecadou cerca de US$ 168,8 milhões.

A maior bilheteria até então era do filme “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”, que havia arrecadado US$ 394 milhões.

Cena do filme "Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2", que estreou nesta sexta-feira e bateu recorde

Cena do filme “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2″, que estreou nesta sexta-feira e bateu recorde

Folha

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ESPECIAL: Harry Potter e as Relíquias da Morte – Pt 2

As Relíquias da Morte – Parte 2 cumpre seu papel, encerra um fenômeno cultural incontestável e exibe uma das maiores redenções já vistas no cinema.

CHEIO DE SPOILERS!

Ser especial. Essa sempre foi uma das constantes de Harry Potter em sua carreira literária, para o Bem ou para o Mal, o personagem começou bruxinho e terminou homem feito perante os olhos atentos de milhões ao redor do mundo. Não bastassem suas características místicas – magia, a sobrevivência pelo sacrifício da mãe, viver a vida dupla dos corredores de Hogwarts com o quartinho debaixo da escada, etc – esse sucesso já é deveras especial por si. A estréia de Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2 (Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 2, David Yates, 2011, UK/USA) fecha a história do “garoto que sobreviveu” com muita responsabilidade, emociona – muito mais pelo que representa do que pelo visto em cena – e, finalmente, revela o verdadeiro co-protagonista da série: Severus Snape!


Para reforçar o conceito de segunda parte, na narrativa de As Relíquias da Morte, David Yates optou por começar o filme no mesmo momento em que o primeiro filme terminou. Voldemort viola o túmulo de Dumbledore e a guerra aberta tem início, assim como, pela primeira vez em sua história, Harry Potter precisa tomar cada decisão literalmente sozinho, afinal seus grandes conselheiros estão todos mortos. Esse aspecto também continua bem o clima de road movie de seu antecessor e também reflete a escolha narrativa de Rowling: basicamente, só vemos o que Harry vê; na maioria dos casos. Tudo fruto da maior jornada de amadurecimento da literatura moderna, mesmo levando em conto a colcha de retalhos que a autora montou para compor seu universo de bruxos e trouxas.

As referências externas continuam lá e os paralelos são inevitáveis sem, no entanto, ferir a obra. Todo o crescendo dramático construído para o início da Batalha de Hogwarts está repleto de medos e lembranças amargas da Segunda Guerra Mundial, com uma força opressora racista, ultra organizada e, em princípio, invencível ameaçando tudo e a todos; ou então com algo inserido no código genético de qualquer inglês com mais de 40: bombardeios e a frustração de não poder fazer nada além de esperar pelo pior.

Ver algo dessa magnitude ser retratado na tela com o charme emprestado por vários bruxos queridos como os professores McGonagall, Slughorn e Flitwick; e até mesmo Molly Weasley, finalmente ganhando uma chance de deixar de ser “dona de casa” e entrar na briga, em mais uma alegoria à guerra e os esforços das mulheres na luta. Ao erguerem suas varinhas para recriar o escudo em torno de Hogwarts, esse grupo transmite sua mensagem: Álamo!

Daí para a frente é ladeira abaixo e a trilha de Alexandre Desplat entra certeira – na maioria dos casos – para evidenciar os perigos e tristezas enfrentados por Harry, Hermione e Ron. Embora, por razões óbvias, o filme não possa ser centralizado num único ponto de vista, boa parte do que é exibido em tela parte das experiências do próprio Harry, seja dos duelos que presencia ou de suas viagens transcendentais. De alguma forma, o tempo passa devagar nesse filme. É muita coisa para assimilar, muitas lembranças para consolidar, muita vontade para nunca acabar. Cada vez que Harry encontra um horcrux a vontade não é de celebrar, mas sim de ficar meio chateado. O fim se aproxima, mesmo assim há espaço para surpresas. Uma delas é o trabalho interessantíssimo de Kelly Macdonald, como Helena Corvinal. As outras são Ciarán Hinds, impactante como Aberforth Dumbledore, e Matthew Lewis dando uma de herói de capa-espada!

Por falar em Neville, ele é apenas um entre tantos arcos de personagens vistos ao longo da série. Fica interessante notar o esforço de roteiristas de filmes únicos para fazer o público ter tanto apreço por personagens quanto um universo tão longevo e multimídia quanto Harry Potter. Cada passo dos bruxos é sentido e praticamente dado lado a lado com o espectador, por isso é mais triste ver Harry encontrando os fantasmas de sua vida, poder conversar com seus pais pela primeira vez e, claro, como estamos falando de guerra, ver seus amigos morrerem ao seu lado.

Michael J. Stackpole, autor da fantástica série X-Wing: Rogue Squadron, do universo de Guerra nas Estrelas, certa vez esmiuçou os pensamentos de Wedge Antilles, meu personagem predileto. Nem super herói, nem bucha de canhão, Wedge questionava os sacrifícios de amigos e colegas, gente que morreu ao seu lado e, invariavelmente, salvou sua vida. Se no dia a dia vemos isso acontecer em escala menor, com gente sofrendo ou amizades ruindo, como esperar sanidade de alguém que lida com a vida e a morte? Esse é o grande dilema de Harry Potter, tão especial e poderoso e incapaz de proteger os que ama. Ao menos não todos ao mesmo tempo.

De certa forma, desde a morte repentina e não descrita de Olho Tonto Moody no capítulo anterior, a bolha de segurança foi oficialmente para o beleléu e virtualmente qualquer um estava com um pé na cova. O maior mérito de As Relíquias da Morte 2 são os três atos da Batalha de Hogwarts. Bela mistura de ação, drama, certa grandiosidade – faltou um pouco de Peter Jackson nos grandes combates – e sobraram lágrimas. Rowling é uma romântica, nunca duvidei; mas o romance anda sempre próximo da tragédia e ver Lupin e Tonks mortos, lado a lado, foi demais. Fred Weasley também pereceu e por pouco seu irmão não dançou também. Interessante comparar as mortes de Sirius Black – cuja reação foi de “putz, ele morreu!” – com as baixas em Hogwarts, feitas para quebrar defesas emocionais e fazer chorar. Ou se é muito insensível ou muito alheio à série para não ser afetado.

Em contraponto, momentos fantásticos como o duelo de Bellatrix e Molly Weasley é alucinante e o desfecho tão esperado é capaz de arrancar palmas eufóricas da platéia. Não deve ser exagero dizer que Bellatrix é mais odiada até mesmo que Voldemort. A intensidade do combate é igualmente impactante quanto a decisão da direção de alterar a morte da personagem em relação ao livro. A mesma decisão afetou o final do vilão. Ambos se desfizeram num efeito estranho que praticamente quebrou o ritmo emocional dos combates que participavam. Teria sido isso uma tentativa de valorizar o dispensável 3D?

Aliás, a morte de Tom Riddle foi um anticlímax estranhíssimo, um dos maiores problemas narrativos do filme. Seguindo os passos de Neo, Harry precisa se sacrificar para acabar com seu inimigo. Embora a sobrevivência do garoto seja esperada, nhão há preocupação nenhuma em criar tensão para o ataque letal de Voldemort. Harry se apresenta, leva o feitiço e morre. Sem mais nem menos. Essa modalidade é constante no estilo de Rowling, que não gosta muito de elaborar mortes e insiste no conceito de Shakespeare em King Lear [Ele morreu, escreveu o autor].

Harry renasce, pleno, não mais ligado à essência daquele que “certa vez não devia sequer ser mencionado”. Se Harry era especial por ter sobrevivido, ao escolher renascer e continuar a lutar, se torna mais peculiar ainda ao acreditar no seu taco, oops, varinha, e enfrentar os mesmos riscos que seus amigos. Ao passo em que o protagonista se vê maduro e seguro, Voldemort age infantilmente ao tripudiar os bruxos derrotados e apresentando o corpo de Potter. Os valores estão invertidos numa estrutura interessante de Rowling, mas executada de maneira problemática. Diante da morte de Harry, ninguém chora, quase ninguém reage – apenas Gina, que perdera o irmão há pouco – e o filme pára para que Neville Longbottom faça um discurso repetitivo na frente do sujeito que mata seus próprios seguidores pelo simples fato de lhe perguntarem algo indevido.
Ironias à parte, deixar o garoto desajeitado que o desafia com palavras viver é justamente o que leva Voldemort à ruína quando Neville acorda no meio da batalha, pega a espada da Grifinória e mata a cobra do vilão, permitindo, assim, que Harry vença o duelo, depois de uma bela edição paralela entre esse combate e as tentativas frustradas de Ron e Hermione – finalmente juntos! – matarem a jararaca amaldiçoada from hell!

Tudo soa estranho quando, finalmente, o duelo acaba. Claro que tudo reflexo de uma sequência de inúmeros atos ao longo dos anos, mas, ainda assim, algo simples e, a seu modo, pequeno perto da grandiosidade vista nas horas finais de Harry Potter. Entretanto, justiça seja feita, foi a habilidade na condução de cenas anteriores que prejudicou esse final. O patrono gigantesco projetado pelo irmão de Dumbledore, o discurso desafiador de McGonagall e, o momento máximo desse filme e de toda a obra de Rowling, a redenção de Severus Snape chamam a atenção e marcaram o cinema para sempre.


Sobre Flores e Cervos


Ignorei o personagem Severus Snape nesse texto até esse momento, de propósito. Ele merece um espaço só para ele. Aí vai.

Há um conceito bem popular chamado “luz e sombra”, um não vive sem o outro, opostos eternamente conectados e em atrito. Enquanto a evolução e as atribulações de Harry Potter eram expostas às claras, uma outra história se desenvolvia nas sombras, ou melhor, nos recônditos da mente de J.K. Rowling: Snape! Capaz de causar interesse nos livros, mas fortemente beneficiado pelo magnífico trabalho de Alan Rickman no cinema, o bruxo mal-humorado se encaixou em todas as descrições possíveis ao longo da série. Traidor, redimido, aliado, agente infiltrado, assassino, arrogante, frustrado e por aí vai. Embora tenha sido o personagem título de O Enigma do Príncipe, Severus Snape parecia, finalmente, ter declarado suas intenções e se aliar a Voldemort.

Do mesmo modo que critico Rowling abertamente por se apropriar de ideias de tudo quanto é canto, devo levantar a plaquinha com a nota dez para esse arco arrebatador. Nada novo, claro, mas efetivo e emocionante. Ver cada decisão controversa do personagem ser revelada como parte de um plano de décadas e, acima de tudo, motivado pelo amor e devoção a Lily Potter ganhou de qualquer batalha, qualquer frase de efeito. E, acima de tudo, testemunhar o show de interpretação de Rickman em diversos momentos da vida de um personagem que construiu com maestria foi um espetáculo.

O ritmo, a edição, a maquiagem, os poucos diálogos e a organização dessa montagem reveladora vale pela série, pelos anos de proximidade, pela espera. É inevitável impedir a mente de voltar a cada momento de ódio do personagem e reexaminá-lo sob essa nova ótica. Diferente de muitos vilões convertidos da literatura e do cinema, Snape não precisou de um ato de bondade para se redimir; sua vida toda foi um grande ato de amor e fidelidade. Se a porrada emocional de Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 já foi grande, a descoberta sobre a vida de Snape foi um corredor polonês de lágrimas e, por que não, alegria por ver que existe mais alguém nesse mundo que ainda encontre forças para nunca deixar de amar. E tudo isso sem ser piegas, afinal, estamos falando do sujeito incapaz de sorrir!

Até mesmo na estrutura da Parte 2, Severus é apresentado como possível carrasco no comando da Hogwarts versão nazista. Ao iniciar o duelo com McGonagall senti um frio na espinha – putz, ela vai morrer! –, mas, mesmo ali, habilmente, ele desvia os ataques da professora e dá cabo de dois comensais da morte sem que ninguém percebesse. Como um bom truque de mágica, tudo acontece na nossa frente, mas a convicção pelos atos “públicos” é tão grande que o óbvio é descartado rapidamente.

Harry Potter pode ser o herói e, mesmo entristecido pelo que perdeu, precisa brilhar muito para que sua luz se iguale à galante sombra provocada pela vida de Snape, aquele que amou alguém que nunca teve. Um escudeiro invisível e preciso, tão pai quanto Sirius, tão mestre que Dumbledore, tão amigo quanto Ron. Aliás, precisão sempre foi a marca registrada do personagem, claramente metódico e eficaz em suas palavras, ações e poções. Descobrir tanta emoção ali dentro é das mais felizes surpresas.

Todo esse estardalhaço sobre Snape tem razão de ser, afinal, Rowling poderia ter simplesmente ter encerrado a série sem esse elemento e faria sentido do mesmo jeito. Efetivamente, Harry Potter se segura e ninguém sentiria falta, friamente falando. Nesse momento, Rowling tornou a obra realmente marcante ao ir além da simples narradora e se tornar criadora, pois matar personagens é fácil, redefini-los totalmente na reta final exige mais coragem e certeza da decisão. E não há nada mais certeiro em As Relíquias da Morte: Parte 2.

Mesmo ainda assumidamente vilão, uma peculiaridade da morte do personagem foi o momento em que Harry Potter o encontra. Ignorando todo o rancor e os lados na guerra, Harry ainda assim tenta ajudar Snape – demonstrando piedade igualmente demonstrada anteriormente em relação a Draco Malfoy, o bundão oficial da série. A resposta vem na forma mais pura possível. Uma lágrima cai. Snape pede a Harry que a guarde. É seu testamento, seu legado. De alguma forma, Harry atende o pedido e o segura até o final. Talvez por respeito ou por dó mesmo, fato é, mesmo sem querer, o esforço não foi em vão. De alguma forma, ela estava com ele… ou pelo menos seus olhos. Sua Lily.

Não entendeu o título desse trecho? Assista ao filme! No cinema, sem pirataria! Nem a Warner merece isso! ☺

E só confirmando as expectativas: o 3D não agregou em nada e foi apenas jogada caça-níqueis da Warner, mas também prepara o terreno para relançamentos dos outros sete filmes no formato. Não jogue dinheiro fora.

Fonte: soshollywood 
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Último filme de ‘Harry Potter’ arrecada US$ 44 milhões no primeiro dia

Mal estreou nas telonas, o último filme da saga Harry Potter já bateu recorde de bilheteria. Segundo o blogueiro Perez Hilton, “Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 2″, que foi lançado em 26 países nesta sexta-feira, 15, já arrecadou US$ 43,6 milhões, o equivalente a quase R$ 70 milhões.

 

Os números são realmente impressionantes. Os resultados são 82% maiores que os do último filme, a primeira parte do sétimo livro, e 49% maiores que os de “Harry Potter e o Enigma do Príncipe”.

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Último filme de Harry Potter desvenda mistérios e é diversão garantida

Último filme de Harry Potter desvenda mistérios e é diversão garantida

Finalmente chega ao fim a saga do bruxinho mais amado do mundo: Harry Potter. Com toda pompa e circunstância Harry se despede de seus fãs após 10 anos. Jovens cresceram assistindo ao filme e choram com o final da saga que deixa no ar a possibilidade de uma continuação livre – o que já foi negado pela autora J. K. Rowling.

Portal PS assistiu ao filme, a convite da Warner Bros., numa sessão aberta apenas para a imprensa e para alguns fãs que acompanharam as últimas horas da história que arrebatou multidões pelo mundo.

Harry Potter (Daniel Radcliff) está mais velho, mais experiente e pronto para enfrentar o vilão Lord Valdemort (Ralph Fiennes) num último embate. Pra quem leu à aventura de J. K. Rowling, a riqueza de detalhes descrita no útimo livro – Harry Potter e as Relíquias da Morte -e até os diálogos são seguidos à risca.

Durante a sessão, alguns fãs praticamente recitavam os textos antes mesmo dos atores em cena. Depois das cenas finais, alguns fãs convidados por um jornal carioca, soluçavam. Era possível ouvir questionamentos simples como “por que acabou?” ou “ela não poderia ter terminado assim!”.

Os efeitos visuais são um espetáculo a parte, porém, os efeitos da versão 3D não chamam a atenção e, por isso, fica a dica: não vale a pena gastar mais para ver o Mr. Potter, Hermione e Rupert em três dimensões. Vale a versão em 2D mesmo!!

Pra quem não assistiu aos outros filmes da franquia, fica fácil saber e entender o que se passa com o bruxinho. A história é auto-explicável. Tem momentos que entram flashbacks que chegam a ser didáticos o suficiente para qualquer pessoa poder assistir ao último episódio da saga épica. E claro, deixar com mais vontade ainda de ver os filmes anteriores.

Portal PS

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Anahí pode ganhar papel de protagonista no cinema

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A atriz e cantora mexicana Anahí, que atualmente grava a novela “Dos Hogares” na Televisa, pode viver a protagonista de um novo filme nos próximos meses.

Segundo a imprensa mexicana, Anahí faria o remake de “Pretty Woman”, de 1990. A versão original foi protagonizada por Julia Roberts e Richard Gere.

O filme será uma coprodução entre uma produtora do México e da Argentina. De acordo com a revista TvyNovelas, tendo Anahí como protagonista, seu par pode ser um argentino.

Ainda não há uma data definida para o início das gravações, porém acredita-se que será logo após o término de “Dos Hogares”.

Em tempo

Depois de amargar índices abaixo de 20 pontos, a novela de Anahí vem conquistando ao longo dos dias uma melhora significativa na audiência pela Televisa. A trama têm conquistado médias entre 22 e 24 pontos.

Na Telinha

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Aventuras de Harry Potter chegam ao fim com estreia do último filme da saga

Aventuras de Harry Potter chegam ao fim com estreia do último filme da saga

Redação Central, 5 jul (EFE).- Após dez anos e US$ 6,3 bilhões arrecadados, as aventuras de Harry Potter chegam ao fim, para a tristeza de seus milhões de fãs, que acompanharam fielmente as histórias do bruxinho criado pela britânica J.K. Rowling em 1997.

Na próxima quinta-feira, os mais afortunados poderão assistir à estreia mundial de “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2”, o oitavo e último filme da saga, que será celebrada em Londres, e à qual irá todo o elenco, liderado por Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint.

O desfile de seus protagonistas pelo tapete vermelho da famosa Trafalgar Square de Londres poderá ser acompanhado ao vivo em muitas emissoras de televisão e até por um canal especial do YouTube.

Os que não puderem comparecer à estreia, terão que esperar pelo menos até a meia-noite do dia 14, quando muitos cinemas programaram sessões especiais para antecipar em algumas horas a estreia oficial, prevista para o dia 15 em todo o mundo.

As vendas antecipadas de entradas nos Estados Unidos estão em ritmo acelerado e se espera um recorde de arrecadação. O site “boxoffice.com”, um dos mais conhecidos dos que divulgam dados cinematográficos, prevê que o filme poderá arrecadar US$ 142 milhões em sua primeira semana de exibição, muito perto do recorde conseguido até o momento, de US$ 158,4 milhões, de “Batman – O Cavaleiro das Trevas” em 2008.

Por enquanto, 73 milhões de pessoas já conferiram na internet os traillers oficiais do último filme de Harry Potter.

Um final que será “épico”, segundo os estúdios Warner, que desta vez produziram o filme em 3D, o que dará mais emoção ao esperado enfrentamento entre o famoso bruxinho e seu inimigo Lorde Voldemort, interpretado por Ralph Fiennes.

Essa batalha é muito esperada pelos fãs da saga, que já sabem seu final – o livro foi publicado em 2007 – mas que estão ansiosos para vê-la nas telas do cinema.

Dos sete livros que foram publicados entre 1997 e 2007 da saga criada por Rowling, foram vendidos 350 milhões de exemplares em 200 países. Um sucesso que se repetiu nos cinemas.

Em 2001, quatro anos depois da publicação do primeiro livro, Harry Potter chegou às telonas com uma arrecadação de US$ 974 milhões, que situou o primeiro filme da saga como o segundo de maior bilheteira da história até então, superado apenas por “Titanic”.

Até hoje “Harry Potter e a Pedra Filosofal” continua sendo o filme de maior arrecadação da saga e o nono que mais arrecadou na história.

Apesar de ser o de maior arrecadação, os outros seis filmes da saga que estrearam depois não ficaram para trás e arrecadaram entre US$ 795 milhões (“Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban”) e US$ 954 (“Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1”). Os sete filmes já estreados totalizam US$ 6,371 bilhões arrecadados.

A autora pretende agora levar esse sucesso à internet. Há 10 dias, Rowling apresentou o “Pottermore”, um site que contará com um material inédito de Harry Potter e que permitirá aos fãs participar de uma aventura virtual.

Segundo a escritora, trata-se de uma maneira de “devolver algo aos fãs que acompanharam Harry tão devotamente ao longo dos anos” e um meio para “levar as histórias a uma nova geração”.

Rowling já disse em diversas ocasiões que não lançará novos livros nem filmes da saga, mas, através desse portal, a magia poderá se manter viva, além de ser um meio de a autora continuar lucrando com o personagem.

O sucesso do último filme da saga já é certo. A única dúvida é se conseguirá superar a barreira de US$ 1 bilhão de arrecadação, feito que o bruxinho e sua turma ainda não conseguiram.

Fonte: Euamocinema.com
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